{"id":1021,"date":"2020-03-12T13:00:40","date_gmt":"2020-03-12T16:00:40","guid":{"rendered":"http:\/\/luminacoach.com.br\/?p=1021"},"modified":"2021-02-16T15:58:35","modified_gmt":"2021-02-16T18:58:35","slug":"inteligencia-emocional-sob-pressao-parte-2-os-gatilhos-do-burnout","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luminacoach.com.br\/es\/inteligencia-emocional-sob-pressao-parte-2-os-gatilhos-do-burnout\/","title":{"rendered":"Intelig\u00eancia Emocional sob press\u00e3o (Parte 2): Os gatilhos do burnout"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em><strong>Fatores que desencadeam o burnout com mais frequ\u00eancia<\/strong><\/em><\/h3>\n<p>Fonte: https:\/\/fellipelli.com.br\/inteligencia-emocional-sob-pressao-parte-2-os-gatilhos-do-burnout\/<\/p>\n<h4><em>\u201cOr sink or swim\u00a0<\/em>(ou afunda ou nada)<em>\u201d<br \/>\n<\/em><cite><em>William Shakespeare<\/em><\/cite><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com uma pesquisa de 2017 da Isma-BR (representante da\u00a0<em>International Stress Management Association<\/em>), 72% dos brasileiros que est\u00e3o no mercado de trabalho sofrem alguma sequela ocasionada pelo estresse, e 32% dos mais de 100 milh\u00f5es de trabalhadores experimentam algum grau de\u00a0<em>burnout\u00a0<\/em>(ISMA-BR, 2017).<\/p>\n<p>Certas profiss\u00f5es apresentam maior vulnerabilidade \u00e0 s\u00edndrome, como policiais e profissionais de sa\u00fade.\u00a0<strong>Embora ningu\u00e9m esteja imune a ter\u00a0<em>burnout\u00a0<\/em>em algum momento da vida, alguns fatores parecem desencadear o problema com mais frequ\u00eancia:<\/strong><\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><picture><source srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2.jpg.webp 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-300x225.jpg.webp 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-200x150.jpg.webp 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-600x450.jpg.webp 600w\" type=\"image\/webp\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2.jpg.webp 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-300x225.jpg.webp 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-200x150.jpg.webp 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-600x450.jpg.webp 600w\" \/><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-81128 webpexpress-processed lazyloaded\" src=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2.jpg 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-300x225.jpg 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-200x150.jpg 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-600x450.jpg 600w\" alt=\"\" data-src=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2.jpg\" data-srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2.jpg 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-300x225.jpg 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-200x150.jpg 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/burnout2-600x450.jpg 600w\" data-sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/picture><figcaption><strong>Figura 1.3\u00a0<\/strong>Gatilhos da s\u00edndrome de\u00a0<em>burnout<\/em>.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>1. Press\u00e3o imagin\u00e1ria<\/strong>:<\/p>\n<p><em>\u201cJ\u00e1 sofri por muitas cat\u00e1strofes em minha vida; a maioria delas nunca aconteceu\u201d.<\/em>\u00a0Essa c\u00e9lebre frase do escritor norte-americano Mark Twain (1835-1910) retrata\u00a0<strong>uma das principais armadilhas do\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/prazer-eu-sou-o-seu-cerebro-ampliando-percepcao-sobre-o-todo\/?hilite=%27c%C3%A9rebro%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>c\u00e9rebro humano<\/strong><\/a><strong>: a antecipa\u00e7\u00e3o do\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/self-awareness-dor-sofrimento-cura\/?hilite=%27sofrimento%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>sofrimento<\/strong><\/a><strong>.<\/strong>\u00a0Sofrer antes da hora por alguma contrariedade futura pode ser considerado um v\u00edcio mental, provavelmente originado na capacidade do\u00a0<em>homo sapiens\u00a0<\/em>e alguns outros mam\u00edferos de antever situa\u00e7\u00f5es e perigos, prevenindo-se.<\/p>\n<p>Outras vezes, a pessoa sente a necessidade de ser boa demais ou sofre da chamada s\u00edndrome de impostor, em que acredita n\u00e3o ser t\u00e3o eficiente no que faz quanto os outros pensam e imagina que precisa se esfor\u00e7ar muito para disfar\u00e7ar isso.<\/p>\n<p>\u201c<em>N\u00e3o \u00e9 preciso ser psic\u00f3logo para observar que tal press\u00e3o imagin\u00e1ria \u00e9 uma capciosa armadilha da nossa mente, apresentando problemas que, a princ\u00edpio, n\u00e3o t\u00eam cabimento. \u00c9 famosa, ali\u00e1s, a seguinte frase de Augusto Cury: \u2018somos t\u00e3o criativos que, quando n\u00e3o temos problemas, n\u00f3s os inventamos\u2019. A imagina\u00e7\u00e3o em geral pode nos alertar para perigos reais, antecipando-os no horizonte; por\u00e9m, quando ela inventa uma press\u00e3o inexistente, torna-se capaz de provocar uma autossabotagem\u201d\u00a0<\/em>(SARRAF, 2016, p. 41)<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>2. Partilha desequilibrada das tarefas<\/strong>:<\/p>\n<p>Quando a carga de trabalho \u00e9 superior \u00e0 capacidade de execu\u00e7\u00e3o, o indiv\u00edduo n\u00e3o consegue restaurar o equil\u00edbrio, descansando e investindo em seu crescimento e\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/atuar-em-todas-as-frentes\/?hilite=%27desenvolvimento%27%2C%27profissional%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">desenvolvimento profissional<\/a>.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Para retomar e manter uma rotina laboral saud\u00e1vel, \u00e9 necess\u00e1ria uma constante revis\u00e3o do planejamento das atividades profissionais, priorizando tarefas e desenvolvendo a capacidade de dizer n\u00e3o, atenuar o perfeccionismo e\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/centralizar-tarefas-ou-delegar\/?hilite=%27delegar%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">delegar<\/a>.<\/p>\n<p>Na maioria das empresas, contudo, n\u00e3o h\u00e1 uma partilha sensata dos deveres. Nesse cen\u00e1rio, l\u00edderes incapazes de organizar o trabalho coletivo geram, de um lado, uma estrutura parasit\u00e1ria e, do outro, alguns poucos que se sacrificam e assumem o conjunto centralizado das fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>3. Perfeccionismo<\/strong>:<\/p>\n<p><strong>Algumas pessoas tomam a perfei\u00e7\u00e3o como principal refer\u00eancia para o\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/guia-mbti-importancia-da-autoconsciencia-para-o-sucesso\/?hilite=%27sucesso%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>sucesso<\/strong><\/a>. Nesses casos, o requinte e o apuro de cada atividade tornam-se pontos-chave e, com o tempo, a proje\u00e7\u00e3o de patamares t\u00e3o elevados cria uma press\u00e3o insuport\u00e1vel, atrapalhando o desempenho.<\/p>\n<p>De acordo com o psic\u00f3logo e professor da Universidade de Stanford David Burns, os perfeccionistas em geral s\u00e3o capazes de reconhecer que suas expectativas exageradas causam estresse, por\u00e9m acreditam que elas os auxiliam a atingir a\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/cultura-de-excelencia-busca-apaixonada-por-qualidade\/?hilite=%27excel%C3%AAncia%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">excel\u00eancia<\/a>. No entanto, segundo Burns,\u00a0<em>\u201cenquanto tentam alcan\u00e7ar as estrelas eles acabam apenas correndo atr\u00e1s do vento\u201d\u00a0<\/em>(BURNS, 2017).<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>4. Opini\u00e3o alheia<\/strong>:<\/p>\n<p>O c\u00e9lebre investigador da literatura brit\u00e2nica Sherlock Holmes dizia que\u00a0<em>\u201cna cidade, a press\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica \u00e9 capaz de fazer o que a lei n\u00e3o consegue\u201d<\/em>.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">A necessidade de aprova\u00e7\u00e3o externa pode ser um fator de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redefellipelli.com.br\/podcast\/serie-assessments-birkman-comportamento-motivacao-necessidades-e-estresse-ambiente-de-trabalho\/?_fellipelli_vp_noredirect=708bd8d3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">motiva\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0positivo, por\u00e9m frequentemente converte-se em instrumento de press\u00e3o, gerando ansiedade e nervosismo.<\/p>\n<p>Quando a opini\u00e3o dos outros, seja dentro ou fora da empresa, ganha import\u00e2ncia exagerada, a reputa\u00e7\u00e3o individual fica diariamente pressionada e sob amea\u00e7a. Tendemos a nos preocupar demais com a opini\u00e3o alheia e a desejar que os demais tenham a melhor vis\u00e3o poss\u00edvel sobre nossas qualidades e performance, o que gera um desgaste cont\u00ednuo e descomunal.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>5.<\/strong>\u00a0<strong>Comunica\u00e7\u00e3o ruidosa<\/strong>:<\/p>\n<p>Um ambiente de trabalho sob press\u00e3o geralmente tamb\u00e9m \u00e9 um lugar com graves falhas de\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/comunicacao-nao-violenta-como-exercitar-empatia-e-ouvir-de-forma-positiva\/?hilite=%27comunica%C3%A7%C3%A3o%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">comunica\u00e7\u00e3o<\/a>.\u00a0<strong>Embora o ser humano apresente uma dificuldade natural para\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/escuta-empatica-conexao-emocional\/?hilite=%27escuta%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>ouvir o outro<\/strong><\/a><strong>, a\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/5-passos-para-levar-transformacao-digital-sua-empresa\/?hilite=%27digital%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>era digital<\/strong><\/a><strong>\u00a0intensificou o problema<\/strong>, promovendo o brilho solit\u00e1rio das telas e deixando em segundo plano as intera\u00e7\u00f5es frente a frente entre as pessoas. Danielle Sarraf explica esse fen\u00f4meno (SARRAF, 2016, p. 124):<\/p>\n<p>\u201c<em>A inaptid\u00e3o para nos ouvirmos adequadamente est\u00e1 agora superpotencializada pela cultura digital e pelo\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/como-pensam-equipes-que-resolvem-os-problemas-com-agilidade\/?hilite=%27agilidade%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>ritmo acelerado dos neg\u00f3cios<\/em><\/a><em>. Nunca se falou tanto em valoriza\u00e7\u00e3o das pessoas, nunca se alardeou tanto as pessoas como sendo o principal ativo das organiza\u00e7\u00f5es. No entanto, nunca fomos t\u00e3o indiferentes nas\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/importancia-tki-para-relacoes-de-trabalho-futuro\/?hilite=%27rela%C3%A7%C3%B5es%27%2C%27profissionais%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>rela\u00e7\u00f5es profissionais<\/em><\/a><em>, nunca fomos t\u00e3o displicentes nas situa\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>6. Falta de prop\u00f3sito<\/strong>:<\/p>\n<p><em>\u201cNosso tempo \u00e9 especialista em produzir aus\u00eancias: do sentido de viver em sociedade, do pr\u00f3prio sentido da experi\u00eancia da vida. Isso gera uma intoler\u00e2ncia muito grande com rela\u00e7\u00e3o a quem ainda \u00e9 capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dan\u00e7ar e de cantar. E est\u00e1 cheio de pequenas constela\u00e7\u00f5es de gente espalhada pelo mundo que dan\u00e7a, canta e faz chover\u201d<\/em>\u00a0(KRENAK, 2019). Esse pensamento de Ailton Krenak, l\u00edder ind\u00edgena, ambientalista e escritor brasileiro, exprime\u00a0<strong>um dos maiores problemas sociais contempor\u00e2neos: a falta de\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/proposito-transformador-massivo-como-fator-essencial-na-alavancagem-organizacional-ptm\/?hilite=%27prop%C3%B3sito%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>prop\u00f3sito<\/strong><\/a><strong>.<\/strong><\/p>\n<p>Em latim, a palavra \u201cprop\u00f3sito\u201d significa \u201caquilo que eu coloco adiante\u201d. Uma vida com prop\u00f3sito, portanto, \u00e9 aquela em que o indiv\u00edduo sabe os motivos que o levam a fazer o que faz, assim como conhece as raz\u00f5es pelas quais deixa de fazer o que n\u00e3o faz. No meio profissional, a ideia de prop\u00f3sito vem ganhando complexidade e relev\u00e2ncia nos \u00faltimos anos, e as pessoas cada vez mais buscam satisfa\u00e7\u00e3o e reconhecimento al\u00e9m do mero ganho salarial.<\/p>\n<p>H\u00e1 algumas d\u00e9cadas atr\u00e1s, a vida era mais simples e a sobreviv\u00eancia constitu\u00eda a grande preocupa\u00e7\u00e3o da maioria das pessoas \u2013 resumida em formar uma fam\u00edlia e ter um patrim\u00f4nio suficiente para deixar alguma heran\u00e7a. Como a sociedade contempor\u00e2nea \u00e9 mais individualista, emergiu o conceito de realiza\u00e7\u00e3o pessoal. Em suas tradu\u00e7\u00f5es do latim e do ingl\u00eas, a palavra \u201crealizar\u201d corresponde, respectivamente, a \u201ctornar real\u201d e \u201cdar-se conta\u201d (<em>to realise<\/em>).<\/p>\n<p>O ser humano hoje faz quest\u00e3o de ser consciente, de saber para o que serve a atividade que est\u00e1 desempenhando.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">O trabalho alienado desencadeia uma s\u00e9rie de desconfortos nas pessoas, que buscam dar sentido \u00e0 pr\u00f3pria exist\u00eancia e se reconhecer nas tarefas executadas, marcando sua presen\u00e7a no mundo.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>7. Pouco senso de comunidade<\/strong>:<\/p>\n<p>Quem s\u00e3o seus colegas de trabalho? Qual \u00e9 a qualidade das rela\u00e7\u00f5es que voc\u00ea mant\u00e9m no escrit\u00f3rio? Embora geralmente n\u00e3o seja poss\u00edvel escolher as pessoas com as quais nos relacionamos diariamente no meio profissional, \u00e9 vi\u00e1vel e necess\u00e1rio aprimorar essas intera\u00e7\u00f5es para minimizar a tens\u00e3o e criar um\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/pesquisa-clima-organizacional\/?hilite=%27clima%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">ambiente laboral mais leve e saud\u00e1vel<\/a>.<\/p>\n<p>O senso de comunidade corresponde \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o genu\u00edna de conex\u00e3o e pertencimento a um grupo espec\u00edfico e \u00e9 extremamente ben\u00e9fico no contexto organizacional. Por outro lado,\u00a0<strong>uma equipe desunida e conflituosa prejudica o desempenho geral da empresa e facilita o desenvolvimento do\u00a0<em>burnout\u00a0<\/em>entre seus membros.<\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>8.<\/strong>\u00a0<strong>Recompensa insuficiente<\/strong>:<\/p>\n<p>Quando a recompensa oferecida n\u00e3o corresponde ao esfor\u00e7o exigido no trabalho, o profissional acaba se sentindo subvalorizado e frustrado. N\u00e3o sentir-se objeto de gratid\u00e3o pelo que faz \u00e9 um mal que acomete v\u00e1rias pessoas nas corpora\u00e7\u00f5es e, embora o sal\u00e1rio seja parte disso, geralmente n\u00e3o \u00e9 o fator principal.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Trata-se do valor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 dedica\u00e7\u00e3o, \u00e0 atitude e \u00e0 obra como um todo.<\/p>\n<p>Empresas mais cuidadosas com o capital humano cultivam o h\u00e1bito de garantir reconhecimento p\u00fablico, seja em reuni\u00f5es, confraterniza\u00e7\u00f5es ou atas. Al\u00e9m disso, gratifica\u00e7\u00f5es,\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/neuroleadership-o-poder-oculto-feedback\/?hilite=%27feedback%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>feedbacks<\/em><\/a><em>\u00a0<\/em>mais frequentes e adiantamento de folgas e dias de f\u00e9rias acumulados tamb\u00e9m costumam ser apreciados pelos funcion\u00e1rios mais empenhados, diminuindo o estresse.<\/p>\n<h2 class=\"has-text-color\"><strong>Estrat\u00e9gias antichamas<\/strong><\/h2>\n<h4><em>\u201cA vida \u00e9 curta, n\u00e3o pequena; portanto cuide do urgente, mas n\u00e3o esque\u00e7a o necess\u00e1rio.\u201d<br \/>\n<\/em><cite><em>Mario Sergio Cortella<\/em><\/cite><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A s\u00edndrome de\u00a0<em>burnout\u00a0<\/em>\u00e9 um fen\u00f4meno social abrangente<\/strong>, logo as medidas propostas para a sua preven\u00e7\u00e3o e erradica\u00e7\u00e3o no meio profissional n\u00e3o devem ser isoladas, mas sim formar uma a\u00e7\u00e3o conjunta entre funcion\u00e1rios e gestores.\u00a0<strong>As reflex\u00f5es e a\u00e7\u00f5es geradas devem possibilitar a busca de alternativas para modifica\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0n\u00e3o apenas na esfera microssocial das rela\u00e7\u00f5es interpessoais, mas tamb\u00e9m na ampla gama de aspectos macro-organizacionais que comp\u00f5em a cultura corporativa.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>1.<\/strong>\u00a0<strong>Essencialismo<\/strong>:<\/p>\n<p>O essencialismo \u00e9 muito mais do que um m\u00e9todo de gest\u00e3o de tempo ou uma t\u00e9cnica de produtividade. Trata-se de um mecanismo simples, por\u00e9m poderoso, para identificar o que \u00e9 realmente importante e desconsiderar todo o resto, para que possamos ter o melhor desempenho poss\u00edvel no que faz a diferen\u00e7a para n\u00f3s.<\/p>\n<p>Ao tentar ter tudo e realizar tudo ao mesmo tempo, acabamos nos atrapalhando e ficando mais distantes das verdadeiras metas.Quando n\u00e3o conseguimos decidir onde concentrar nosso tempo e nossa energia, familiares, amigos, colegas, clientes e gestores decidem por n\u00f3s, quase sempre nos afastando do que \u00e9 de fato significativo.<\/p>\n<p>Em seu livro \u201cEssencialismo: a disciplinada busca por menos\u201d (MCKEOWN, 2015), o palestrante da Harvard Business Review Greg McKeown ensina que,\u00a0<strong>para equilibrar a vida pessoal e o trabalho, n\u00e3o se deve recusar tarefas aleatoriamente<\/strong>; em vez disso, \u00e9 melhor cortar tudo que n\u00e3o for fundamental e evitar desperd\u00edcios de tempo.<\/p>\n<p>Warren Buffett, o investidor mais bem-sucedido do mundo, tamb\u00e9m aborda a import\u00e2ncia de distinguir as prioridades e as distra\u00e7\u00f5es da vida, sugerindo uma regra conhecida como 5\/25 (BUFFETT &amp; CLARK, 2006):<\/p>\n<ul>\n<li><strong>1\u00ba passo<\/strong>: Escreva em uma folha de papel os 25 objetivos que voc\u00ea tem na vida.<\/li>\n<li><strong>2\u00ba passo<\/strong>: Destaque os 5 principais e concentre-se neles.<\/li>\n<li><strong>3\u00ba passo<\/strong>: Coloque os outros 20 em uma lista de coisas para n\u00e3o fazer.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o de Buffett n\u00e3o \u00e9 dedicar-se aos 5 principais e deixar os outros 20 para o tempo livre, mas sim evit\u00e1-los totalmente enquanto os 5 mais importantes n\u00e3o forem alcan\u00e7ados. .<\/p>\n<p>Buffett explica que os itens da segunda lista representam uma distra\u00e7\u00e3o tentadora capaz de nos desviar da rota das coisas que realmente desejamos \u2013 ou seja, os 5 itens destacados.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>2.<\/strong>\u00a0<strong>Paranoia com prop\u00f3sito<\/strong>:<\/p>\n<p>H\u00e1 uma lenda urbana que diz que um paciente de Sigmund Freud passou v\u00e1rias sess\u00f5es tentando convencer o psicanalista de que estava sendo perseguido. Freud sempre respondia que o paciente era paranoico, por\u00e9m era in\u00fatil e o homem insistia na ideia.<\/p>\n<p>Um dia, mesmo contrariado, o paciente cedeu:\u00a0<em>\u201cO senhor est\u00e1 certo, Dr. Freud, estou mesmo paranoico.\u201d<\/em>\u00a0Freud ent\u00e3o respondeu:\u00a0<em>\u201cQue grande progresso para a sua an\u00e1lise! Voc\u00ea finalmente admitiu que \u00e9 paranoico\u201d<\/em>. E emendou:\u00a0<em>\u201cO fato de voc\u00ea ser paranoico, no entanto, n\u00e3o significa que voc\u00ea n\u00e3o esteja mesmo sendo perseguido\u201d.<\/em><\/p>\n<p>A press\u00e3o imagin\u00e1ria, que vimos anteriormente como um dos gatilhos de\u00a0<em>burnout<\/em>, \u00e9 um tipo de paranoia bastante perigosa para um profissional, pois o convence de que nada do que faz \u00e9 bom o suficiente e todos ao seu redor o condenam.<\/p>\n<p>O termo \u201cparanoia\u201d vem do grego e pode ser traduzido como \u201cturvamento da raz\u00e3o\u201d. Esse conceito ganhou um novo sentido, por\u00e9m, quando Andrew Groove, fundador da Intel, lan\u00e7ou sua biografia \u201cS\u00f3 os paranoicos sobrevivem\u201d (GROOVE, 2000). Nela, Groove descreve a transi\u00e7\u00e3o da companhia do mercado de chips de mem\u00f3ria para os\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/bem-vindo-a-idade-midia-parte-1\/?hilite=%27idade%27%2C%27m%C3%ADdia%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">disruptivos<\/a>\u00a0microprocessadores, defendendo a import\u00e2ncia de uma cultura paranoica para antecipar\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/o-que-grandes-empreendedores-querem-que-voce-faca-na-crise\/?hilite=%27crise%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">crises<\/a>\u00a0e sinais de mudan\u00e7a no mundo.\u00a0<strong>Trata-se de manter os funcion\u00e1rios (principalmente os\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/lider-por-um-insight\/?hilite=%27l%C3%ADder%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><strong>l\u00edderes<\/strong><\/a><strong>) em estado de alerta, transformando-os em \u201cparanoicos militantes\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Isso mostra que nem toda paranoia \u00e9 prejudicial; no mundo corporativo, a paranoia com\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/viver-de-proposito-quando-o-trabalho-tem-significado\/?hilite=%27prop%C3%B3sito%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">prop\u00f3sito<\/a>\u00a0\u00e9 uma\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/neuroestrategia-clareza-funcionamento-cerebro-contribuindo-para-melhores-decisoes-organizacionais\/?hilite=%27estrat%C3%A9gia%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">estrat\u00e9gia<\/a>\u00a0valiosa para a\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/treinamento-em-gestao-de-pessoas\/?hilite=%27gest%C3%A3o%27%2C%27pessoas%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">gest\u00e3o de pessoas<\/a>\u00a0e neg\u00f3cios.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>3. Salas de descompress\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>As salas de descompress\u00e3o, tamb\u00e9m conhecidas como ilhas artificiais de conforto ou salas azuis, s\u00e3o espa\u00e7os dentro das empresas para que os colaboradores possam distanciar-se momentaneamente do estresse e do desgaste emocional, relacionados \u00e0 rotina corporativa. S\u00e3o geralmente \u00e1reas com v\u00e1rios pufes e mesas de jogos, paredes pintadas em tons claros e aromas suaves de incensos.<\/p>\n<p>Essa cultura da descompress\u00e3o fundamenta-se na cren\u00e7a de que pequenas pausas\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/o-ludico-trabalho-hora-recreio-ambiente-organizacional\/?hilite=%27l%C3%BAdico%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">l\u00fadicas<\/a>\u00a0durante o expediente promovem um relaxamento essencial para que os funcion\u00e1rios retomem o trabalho revigorados. As atividades sedent\u00e1rias, a competitividade e a necessidade de conex\u00e3o permanente podem ser exaustivas, por isso\u00a0<strong>um ambiente de descompress\u00e3o fornece um tempo de recupera\u00e7\u00e3o emocional e cognitiva.<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as salas favorecem ainda a\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/lidando-com-desafios-interpessoais-utilizando-solucao-tmp\/?hilite=%27integra%C3%A7%C3%A3o%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">integra\u00e7\u00e3o da equipe<\/a>, fortalecendo o v\u00ednculo entre os profissionais e promovendo a coopera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>4. Criatividade com responsabilidade<\/strong>:<\/p>\n<p>A ideia de\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/mindset-para-o-seculo-xxi-cultura-insight\/?hilite=%27criatividade%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">criatividade<\/a>\u00a0com responsabilidade diz respeito a uma estrat\u00e9gia da gest\u00e3o para evitar que os funcion\u00e1rios \u2013 especialmente os inovadores \u2013 fiquem acomodados ou pressionados demais.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">O desafio \u00e9 estimular a criatividade sem deixar que a liberdade concedida vire um caos administrativo.<\/p>\n<p><strong>Alcan\u00e7ar essa zona de equil\u00edbrio \u00e9 complicado<\/strong>, j\u00e1 que a criatividade tende a desaparecer se o ambiente de trabalho for r\u00edgido demais, enquanto os criativos podem facilmente tornar-se pregui\u00e7osos e\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/ajuda-aos-procrastinadores-mbti\/?hilite=%27procrastinador%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">procrastinadores<\/a>\u00a0caso n\u00e3o haja disciplina alguma.<\/p>\n<p>\u201c<em>Ideias originais e criativas s\u00e3o valios\u00edssimas em tempos de alta press\u00e3o. Elas podem ser o diferencial junto a um\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/jornada-de-relacionamento-com-o-cliente-em-6-passos\/?hilite=%27cliente%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>cliente<\/em><\/a><em>, ou at\u00e9 mesmo o ponto de partida para solu\u00e7\u00f5es inovadoras. Nesses cen\u00e1rios, a press\u00e3o da economia desfavor\u00e1vel j\u00e1 exerce uma influ\u00eancia decisiva, impactando os profissionais criativos.\u00a0<strong>Se colocarmos sobre eles uma carga extra, pedindo que atuem conforme muitas regras preestabelecidas, podemos gerar o efeito inverso: aus\u00eancia de criatividade.<\/strong>\u00a0A carga extra, nesse caso, acaba inibindo as iniciativas que poderiam ser a inje\u00e7\u00e3o que o neg\u00f3cio precisa\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, cabe aos l\u00edderes ter a sensibilidade necess\u00e1ria para equalizar os princ\u00edpios organizacionais e os valores de suas comunidades intraempreendedoras e criativas, sabendo ouvir suas demandas espec\u00edficas e adequ\u00e1-las \u00e0s necessidades gerais da empresa.<\/p>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>5. Cultura da press\u00e3o controlada<\/strong>:<\/p>\n<p>No contexto organizacional, essa pr\u00e1tica implica, antes de qualquer coisa, a\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/cognicao-e-tomada-de-decisao-estrategias-e-atalhos-praticos-para-facilitar-escolhas-e-julgamentos\/?hilite=%27decis%C3%A3o%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">decis\u00e3o<\/a>\u00a0e a comunica\u00e7\u00e3o de que naquele ambiente \u00e9 tolerada certa dose de press\u00e3o. N\u00e3o se trata aqui de promover press\u00e3o alta nem de manter uma press\u00e3o baixa, mas de viabilizar uma dosagem de press\u00e3o equilibrada.<\/p>\n<p>A cultura da press\u00e3o controlada n\u00e3o pode ser implantada da noite para o dia, mas \u00e9 importante foment\u00e1-la o quanto antes junto \u00e0 equipe.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Nela, a press\u00e3o deixa de ser prejudicial e torna-se um desafio cont\u00ednuo, por\u00e9m na medida adequada, estimulando os talentos a alcan\u00e7ar as metas estabelecidas e a seguir no time.<\/p>\n<p>Os fundadores do\u00a0<a href=\"https:\/\/cambridge-leadership.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">Cambridge Leadership Associates<\/a>\u00a0Ronald A. Heifetz e Marty Lindsky abordam essa cultura em seu livro \u201cLideran\u00e7a no fio da navalha\u201d (HEIFETZ &amp; LINDSKY, 2002), argumentando que o mau\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/relacionamentos-interpessoais-no-trabalho\/?hilite=%27relacionamento%27%2C%27interpessoal%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">relacionamento interpessoal<\/a>\u00a0eleva a press\u00e3o e que cabe aos gestores mant\u00ea-la em n\u00edveis produtivos:<\/p>\n<p>\u201c<em>Todos os relacionamentos sociais t\u00eam limites; portanto, um dos maiores desafios da\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/aprendendo-gravitar-entre-o-comando-e-controle-e-ser-uma-lideranca-mais-engajadora-com-o-mbti\/?hilite=%27lideran%C3%A7a%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>lideran\u00e7a<\/em><\/a><em>\u00a0em qualquer comunidade ou organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 manter o estresse em n\u00edvel produtivo. O\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/produto\/ebook-como-fazer-da-gestao-de-conflito-uma-vantagem-estrategica\/?hilite=%27conflito%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>gerenciamento do conflito<\/em><\/a><em>\u00a0(e da pr\u00f3pria seguran\u00e7a do\u00a0<\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/ebook-fundamentos-da-lideranca-6-habitos-para-viver-e-liderar-melhor\/?hilite=%27lideran%C3%A7a%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\"><em>l\u00edder<\/em><\/a><em>) exige que se monitore a toler\u00e2ncia do grupo ao calor\u201d.<\/em><\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><picture><source srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio.jpg.webp 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-300x200.jpg.webp 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-200x133.jpg.webp 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-600x400.jpg.webp 600w\" type=\"image\/webp\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio.jpg.webp 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-300x200.jpg.webp 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-200x133.jpg.webp 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/webp-express\/webp-images\/doc-root\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-600x400.jpg.webp 600w\" \/><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-81129 webpexpress-processed lazyloaded\" src=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio.jpg 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-300x200.jpg 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-200x133.jpg 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-600x400.jpg 600w\" alt=\"\" data-src=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio.jpg\" data-srcset=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio.jpg 640w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-300x200.jpg 300w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-200x133.jpg 200w, https:\/\/fellipelli.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/equilibrio-600x400.jpg 600w\" data-sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/picture><figcaption><strong>Figura 1.4\u00a0\u00a0<\/strong>Press\u00e3o controlada e equil\u00edbrio: uma abordagem assertiva contra o\u00a0<em>burnout<\/em>.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-color\"><strong>6. Escuta ativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Em entrevista ao jornalista e escritor norte-americano Adam Bryant, o\u00a0<em>chairman<\/em>\u00a0da JetBlue Airways e fundador da Peterson Partners Joel Peterson revelou seu segredo para conquistar a\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/confianca-etica-e-alinhamento-de-valores\/?hilite=%27confian%C3%A7a%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">confian\u00e7a<\/a>\u00a0das pessoas (NYT, 2015):<\/p>\n<p>\u201c<em>Creio que o principal motivo de confiarem em mim \u00e9 a minha disponibilidade para ouvir. Sou de fato um bom ouvinte. N\u00e3o se trata de uma t\u00e9cnica. Tenho interesse genu\u00edno pelo que as pessoas t\u00eam a dizer. A confian\u00e7a \u00e9 um subproduto dessa atitude.\u00a0<strong>Se voc\u00ea \u00e9 aut\u00eantico, aberto e d\u00e1 \u00e0s coisas o nome que elas de fato t\u00eam, se voc\u00ea \u00e9 direto e ouve direito, ent\u00e3o voc\u00ea desenvolver\u00e1 a confian\u00e7a naqueles que trabalham com voc\u00ea.<\/strong>\u00a0E voc\u00ea n\u00e3o deve ter uma agenda. Quando voc\u00ea tem a sua pr\u00f3pria agenda ao ouvir, o que de fato est\u00e1 fazendo \u00e9 formulando a resposta, e n\u00e3o processando o que a outra pessoa est\u00e1 dizendo. Voc\u00ea tem que estar l\u00e1 de corpo e alma. Se voc\u00ea tem a necessidade de se impor ou a necessidade de ser ouvido, ent\u00e3o voc\u00ea acaba desvirtuando todo o processo. Mas se voc\u00ea estiver \u00e0 vontade consigo pr\u00f3prio a ponto de conseguir entrar no mundo do seu interlocutor, ent\u00e3o isso gerar\u00e1 confian\u00e7a<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 o consultor em gest\u00e3o empresarial Ernesto Berg, autor de \u201cO livro das rela\u00e7\u00f5es humanas\u201d (BERG, 2014), diferencia ouvir e escutar:<\/p>\n<p>\u201c<em>Confundimos escutar com ouvir. Ouvimos sons, ru\u00eddos, chiados, vozes, barulhos, mas n\u00e3o estamos, de fato, atentos a isso. Em geral s\u00f3 escutamos 25% do que ouvimos, e os restantes 75% s\u00e3o eliminados.\u00a0<strong>Escutar significa prestar aten\u00e7\u00e3o. Quando escutamos, isto \u00e9, prestamos aten\u00e7\u00e3o, somos capazes de\u00a0<\/strong><\/em><a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/mais-que-autoconhecimento-outroconhecimento\/?hilite=%27outroconhecimento%27\"><strong><em>entender melhor quem a pessoa \u00e9, sua forma de pensar e agir<\/em><\/strong><\/a><strong>\u201d.<\/strong><\/p>\n<div class=\"wp-block-group has-very-light-gray-background-color has-background\">\n<div class=\"wp-block-group__inner-container\">\n<p>O\u00a0<em>Burnout<\/em>\u00a0\u00e9 um fen\u00f4meno psicossocial relacionado ao contexto laboral resultante do estresse cr\u00f4nico, t\u00edpico da rotina de trabalho. Caracteriza-se pela exaust\u00e3o emocional, despersonaliza\u00e7\u00e3o e falta de realiza\u00e7\u00e3o pessoal. A\u00a0<strong>FELLIPELLI\u00a0<\/strong>reconhece a import\u00e2ncia do\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/produto\/ebook-bem-estar-ambiente-de-trabalho-pela-myers-briggs-company\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">bem-estar emocional em todas as atividades profissionais<\/a>, por isso disponibiliza cursos e\u00a0<em>assessments\u00a0<\/em>exclusivos sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/eqi.fellipelli.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">intelig\u00eancia emocional<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/birkman.fellipelli.com.br\/?gclid=CjwKCAiA-vLyBRBWEiwAzOkGVD0mAHdAWsUVsXtV4RclRPN5npk7x626yQ2Ix9pjHS8i3equ1_iq-RoCO28QAvD_BwE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">desenvolvimento pessoal<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/produto\/qualificacao-em-desenvolvimento-de-equipes-tmp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">desenvolvimento de equipes<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/fellipelli.com.br\/produto\/assessment-em-desenvolvimento-de-competencias-de-lideranca-ipt-lideranca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">lideran\u00e7a<\/a>\u00a0e diversos outros temas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.fellipelli.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (opens in a new tab)\">Consulte-nos!<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Para saber mais:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong><em>Why Zebras Don\u2019t Get Ulcers<\/em><\/strong>. Robert M. Sapolsky. Owl Books, 2004.<\/li>\n<li><strong><em>Women\u2019s Burnout<\/em><\/strong>:\u00a0<em>How to Spot It, How to Reverse It, and How to Prevent It<\/em>. Herbert J. Freudenberger and Gail North. Doubleday, 1985.<\/li>\n<li><strong><em>The Burnout Society<\/em><\/strong>. Byung-Chul Han. Stanford Briefs, 2015.<\/li>\n<li><strong>No Limite Do Stress<\/strong>: Tudo Que Aprendi Com\u00a0<em>Burnout\u00a0<\/em>E Que Pode Ser \u00datil Pra Voc\u00ea. Roberta Carusi. Publica\u00e7\u00e3o independente, 2018.<\/li>\n<li><strong>Desvendando o\u00a0<em>Burn-out<\/em><\/strong>: Uma an\u00e1lise interdisciplinar da s\u00edndrome do esgotamento profissional. Marcos Mendanha, Pablo Bernardes e Pedro Shiozawa. Editora LTr, 2018.<\/li>\n<li><strong>Terapia cognitivo-comportamental na s\u00edndrome de Burnout<\/strong>: conceitualiza\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00f5es. Anelisa Vaz de Carvalho (Organizadora). Sinopsys Editora, 2019.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/www.jb-schnittstelle.de\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Burned-Out.pdf\">SCIENTIFIC AMERICAN, 2006.<\/a>\u00a0<strong><em>Burned out<\/em><\/strong>. \u00a0Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li>NEUBAUER, W., GAMPE, H., KNAPP, R. &amp; WICHTERICH, H. (1999).\u00a0<strong><em>Konflikte in Der Schule<\/em><\/strong>.\u00a0<em>Neuwied<\/em>:\u00a0<em>Luchterhand<\/em>. cap. 6:\u00a0<em>Allgemeine Verhaltensprobleme<\/em>.<\/li>\n<li>WEISS, J. (1999).\u00a0<strong><em>Stressbew\u00e4ltigung und Gesundheit<\/em><\/strong>. Bern: Hans Huber.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.who.int\/mental_health\/evidence\/burn-out\/en\/\">OMS, 2019.<\/a>\u00a0<strong><em>Burn-out an \u201coccupational phenomenon\u201d<\/em><\/strong>:\u00a0<em>International Classification of Diseases<\/em>. Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li>SARRAF, Danielle.\u00a0<strong>Para n\u00e3o perder o seu crach\u00e1<\/strong>. Harper Collins, 2016.<\/li>\n<li>KRENAK, Ailton.\u00a0<strong>Ideias para adiar o fim do mundo<\/strong>. Companhia das Letras, 2019.<\/li>\n<li>FREUD, S. (1917\/1997).\u00a0<strong><em>Trauer und Melancholie<\/em><\/strong>. In A. Mitscherlich, A. Richards, J. Strachey (Dirs.), Sigmund Freud \u2013\u00a0<em>Studienausgabe<\/em>\u00a0(Vol. III). Frankfurt am Main: Fischer.<\/li>\n<li>BENEVIDES-PEREIRA, AMT.\u00a0<strong><em>Burnout<\/em><\/strong>: quando o trabalho amea\u00e7a o bem-estar do trabalhador. 3rd ed. S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 2008.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.cnbc.com\/2019\/03\/20\/stanford-study-longer-hours-doesnt-make-you-more-productive-heres-how-to-get-more-done-by-doing-less.html\">CNBC, 2019.\u00a0<strong><em>Stanford professor:<\/em><\/strong><\/a><strong><em>\u00a0Working this many hours a week is basically pointless. Here\u2019s how to get more done\u2014by doing less<\/em><\/strong>. Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/economia\/japonesa-morre-depois-de-fazer-mais-de-159-horas-extras-em-um-mes\/\">VEJA, 2017.<\/a>\u00a0<strong>Japonesa morre depois de fazer mais de 159 horas extras em um m\u00eas<\/strong>. Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li>FOUCAULT, Michel.\u00a0<strong>A Hermen\u00eautica do Sujeito<\/strong>. Editora Martins Fontes Paulista, 2010.<\/li>\n<li>FREUD, Sigmund.\u00a0<strong>Fundamentos da Cl\u00ednica Psicanal\u00edtica<\/strong>. Editora Aut\u00eantica, 2017.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.anamt.org.br\/portal\/2018\/12\/12\/30-dos-trabalhadores-brasileiros-sofrem-com-a-sindrome-de-burnout\/\">ANAMT, 2018. Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Medicina do Trabalho.<\/a><strong>\u00a030% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a s\u00edndrome de\u00a0<em>burnout<\/em><\/strong>. Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ismabrasil.com.br\/img\/estresse105.pdf\">ISMA-BR, 2017.<\/a>\u00a0<strong>No limite<\/strong>. FEHOESP 360. Edi\u00e7\u00e3o 09 \/ maio de 2017. Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li>GROOVE, Andrew S.\u00a0<strong>S\u00f3 os paranoicos sobrevivem<\/strong>. Editora Gradiva, 2000.<\/li>\n<li>HEIFETZ, Ronald A. e LINDSKY, Marty.\u00a0<strong>Lideran\u00e7a no fio da navalha<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Campus, 2002.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2015\/05\/10\/business\/joel-peterson-of-jetblue-on-listening-without-an-agenda.html\">NYT, 2015. CORNER OFFICE:<\/a>\u00a0<strong><em>Joel Peterson of JetBlue on Listening Without an Agenda<\/em><\/strong>. Acesso em: 15\/02\/2020.<\/li>\n<li>BURNS, David D.\u00a0<strong>Antidepress\u00e3o<\/strong>: A Revolucion\u00e1ria Terapia do Bem-estar. Cienbook, 2017.<\/li>\n<li>MCKEOW, Greg.\u00a0<strong>Essencialismo<\/strong>: a disciplinada busca por menos. Editora Sextante, 2015.<\/li>\n<li>BUFFETT, Mary &amp; CLARK, David.\u00a0<strong><em>The Tao of Warren Buffett<\/em><\/strong><em>: Warren Buffett\u2019s Words of Wisdom: Quotations and Interpretations to Help Guide You to Billionaire Wealth and Enlightened Business Management<\/em>. Scribner, 2006.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tema:\u00a0<\/strong>Intelig\u00eancia Emocional, EQ-i\u00ae 2.0, Burnout<\/p>\n<p><strong>Subtema:\u00a0<\/strong>A cultura da press\u00e3o controlada: um desafio para a lideran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Objetivo:\u00a0<\/strong>Autoconhecimento, Autodesenvolvimento, Desenvolvimento de Lideran\u00e7a, Desenvolvimento de Equipe, Coaching, Coaching nas Empresas.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Este conte\u00fado \u00e9 de propriedade da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.fellipelli.com.br\/coaching-e-neurociencia\/\">Fellipelli Consultoria Organizacional<\/a>. Sua reprodu\u00e7\u00e3o; a cria\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de obras derivadas \u2013 a transforma\u00e7\u00e3o e a adequa\u00e7\u00e3o da obra original a um novo contexto de uso; a distribui\u00e7\u00e3o de c\u00f3pias ou grava\u00e7\u00f5es da obra, na \u00edntegra ou derivada -, sendo sempre obrigat\u00f3ria a men\u00e7\u00e3o ao seu autor\/criador original.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fatores que desencadeam o burnout com mais frequ\u00eancia Fonte: https:\/\/fellipelli.com.br\/inteligencia-emocional-sob-pressao-parte-2-os-gatilhos-do-burnout\/ \u201cOr sink or swim\u00a0(ou afunda ou nada)\u201d William Shakespeare &nbsp; De acordo com uma pesquisa de 2017 da Isma-BR (representante&#8230;<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":1022,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_kad_post_transparent":"","_kad_post_title":"","_kad_post_layout":"","_kad_post_sidebar_id":"","_kad_post_content_style":"","_kad_post_vertical_padding":"","_kad_post_feature":"","_kad_post_feature_position":"","_kad_post_header":false,"_kad_post_footer":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1021","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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